«E embora visse claramente as vantagens de ser de outra maneira, sabia que estava condenado a pagar à vida o duro tributo da sinceridade» Miguel Torga
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sábado, 23 de agosto de 2014
Jean-Bedel Bokassa
Winston Churchill
In this rare photo taken on 29 Mar 1938, visibly annoyed Sir Winston Churchill walks to Parliament with the Foreign Minister Edward Wood, 3rd Viscount Halifax.
Stanfford Cripps: The First Modern Chancellor
1) the Hon. Edward Sebastian Grigg, the heir to Baron Altrincham of Tormarton and current chairman of Credit Suisse (UK)
(2) David Cameron
(3) Ralph Perry Robinson, a former child actor, designer, furniture-maker
(4) Ewen Fergusson, son of the British ambassador to France, Sir Ewen Fergusson and now at City law firm Herbert Smith
(5) Matthew Benson, the heir to the Earldom of Wemyss and March
(6) Sebastian James, the son of Lord Northbourne, a major landowner in Kent
(7) Jonathan Ford, the-then president of the club, a banker with Morgan Grenfell
(8) Boris Johnson, the-then president of the Oxford Union, now Lord Mayor of London
9) Harry Eastwood, the investment fund consultant
In the photo taken in 1992, there are eight famous faces:
(1) George Osborne, now the Shadow Chancellor;
(2) writer Harry Mount, the heir to the Baronetcy of Wasing and Mr. Cameron’s cousin;
(3) Chris Coleridge, the descendant of Samuel Taylor Coleridge, the son of Lloyds’ chairman David Coleridge, the brother of Conde Nast managing director Nicholas Coleridge
(4) German aristocrat and managing consultant Baron Lupus von Maltzahn,
(5) the late Mark Petre, the heir to the Barony of Petre;
(6) Australian millionaire Peter Holmes a Cour;
(7) Nat Rothschild, the heir to the Barons Rothschilds and co-founder of a racy student paper with Harry Mount
(8) Jason Gissing, the chairman of Ocado supermarkets.
city of Hiroshima, western Japan, on August 20
A woman looks into the camera during a demonstration to protest the shooting of Michael Brown and the resulting police response to protests in Ferguson
People pray on Aug. 16 at the site where Michael Brown was killed on Canfield Drive in Ferguson,
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
A Chegada à Índia
Albuquerque (Francisco de).
Capitão duma das três esquadras que partiram para Índia, no ano de 1503.
As outras duas eram comandadas por Afonso de Albuquerque, de quem era primo, e António de Saldanha.
A esquadra de Francisco de Albuquerque foi a primeira a chegar à Índia; compunha-se de três naus, mas durante o caminho, uma dessas naus, a que era comandada por Pêro Vaz da Veiga, perdeu-se, e Francisco de Albuquerque chegou à ilha Angediva só com dois navios. Soube que o rei de Cochim estava gravemente embaraçado, lutando com poucas Torgas contra os exércitos do Samorim de Calecut, e correu em seu auxilio, conseguindo com a sua gente, reanimar as forças e os arámos, expulsar os inimigos, depois dalguns combates em que morreram dois chefes e muitos guardas do Samorim de Calecut. Afonso de Albuquerque chegara também a Cochim, e fora apresentado ao rei, que o recebeu amigavelmente, mostrando-se muito reconhecido pelo socorro que recebera. Tratou-se então de se construir uma fortaleza, formando uma cidadela portuguesa, onde se pudesse pôr guarnição e que a defendesse. O rei mostrou certa repugnância, ao princípio, mas depois cedeu, e a construção da fortaleza começou, encarregando-se Afonso de Albuquerque duma parte das obras e Francisco de Albuquerque doutra. Certas circunstâncias despertaram desinteligências entre os dois primos (V. Afonso de Albuquerque), mas afinal a fortaleza concluiu-se. Afonso de Albuquerque partiu para Coulão, e Francisco para Cananor, deixando entregue a guarda da fortaleza a Duarte Pacheco. Afonso voltou a Cochim, e, não encontrando o primo, partiu para Lisboa. Francisco foi mais infeliz, porque saindo de Cananor também com destino a Portugal, foi assaltado por uma tempestade, e nunca mais houve noticias a seu respeito. Das três naus, que compunham a esquadra, nenhuma delas voltou a Lisboa; a comandada por Pêro Vaz da Veiga perdeu-se à ida, e as outras duas no regresso.
n.
f.
f.
As outras duas eram comandadas por Afonso de Albuquerque, de quem era primo, e António de Saldanha.
A esquadra de Francisco de Albuquerque foi a primeira a chegar à Índia; compunha-se de três naus, mas durante o caminho, uma dessas naus, a que era comandada por Pêro Vaz da Veiga, perdeu-se, e Francisco de Albuquerque chegou à ilha Angediva só com dois navios. Soube que o rei de Cochim estava gravemente embaraçado, lutando com poucas Torgas contra os exércitos do Samorim de Calecut, e correu em seu auxilio, conseguindo com a sua gente, reanimar as forças e os arámos, expulsar os inimigos, depois dalguns combates em que morreram dois chefes e muitos guardas do Samorim de Calecut. Afonso de Albuquerque chegara também a Cochim, e fora apresentado ao rei, que o recebeu amigavelmente, mostrando-se muito reconhecido pelo socorro que recebera. Tratou-se então de se construir uma fortaleza, formando uma cidadela portuguesa, onde se pudesse pôr guarnição e que a defendesse. O rei mostrou certa repugnância, ao princípio, mas depois cedeu, e a construção da fortaleza começou, encarregando-se Afonso de Albuquerque duma parte das obras e Francisco de Albuquerque doutra. Certas circunstâncias despertaram desinteligências entre os dois primos (V. Afonso de Albuquerque), mas afinal a fortaleza concluiu-se. Afonso de Albuquerque partiu para Coulão, e Francisco para Cananor, deixando entregue a guarda da fortaleza a Duarte Pacheco. Afonso voltou a Cochim, e, não encontrando o primo, partiu para Lisboa. Francisco foi mais infeliz, porque saindo de Cananor também com destino a Portugal, foi assaltado por uma tempestade, e nunca mais houve noticias a seu respeito. Das três naus, que compunham a esquadra, nenhuma delas voltou a Lisboa; a comandada por Pêro Vaz da Veiga perdeu-se à ida, e as outras duas no regresso.
Transcrito por Manuel Amaral
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